9 de out. de 2008

Regra para planos de saúde empresariais

Planos de Saude - São Paulo SP

Uma das deficiências mais graves que se nota na legislação é que as pessoas jurídicas tem tratamento diferenciado das pessoas físicas pela ANS, e como não seria anormal, as operadoras investem e incentivam as vendas nos planos empresariais, mesmo sendo famílias a partir de 3 pessoas.
Neste caso, o cliente seria tratado como empresa, podendo ter reajustes altíssimos e, o que é mais grave, tendo seu contrato cancelado unilateralmente

Aumenta número de hospitais que oferecem planos de saúde no País.

Planos de Saude - São Paulo SP


A combinação de reajustes acima da inflação nos planos de saúde antigos, do fim dos contratos individuais pelas seguradoras e da defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) impulsionou o crescimento de uma outra modalidade de saúde suplementar no interior do País: os planos oferecidos por hospitais filantrópicos. Herdeiros dos sistemas de sócios que as instituições ofereciam antes mesmo da existência de operadoras de saúde, esses planos já contam com 2 milhões de clientes e articulam, agora, a formação de uma rede nacional. Responsáveis por um terço dos leitos oferecidos pelo SUS e em muitas cidades sendo as únicas instituições de saúde, os hospitais filantrópicos conseguem com os planos próprios um ganho extra de recursos, já que apenas com a remuneração governamental não estão conseguindo se manter.
Isso acaba complicando ainda mais a vida de quem depende do sistema publico de saúde já que 30% dos leitos são do SUS.
Por isso acredito ser melhor pagar por uma adminstração profissional que garantirá bom atendimento e preço justo como grandes companhias oferecem atualmente.

Seguradora pagará US$ 9 milhões a paciente com câncer por ter cancelado plano de saúde.

Planos de Saude - São Paulo SP

A seguradora Health Net, INC pagará US$ 9,3 milhões à cabeleireira Patsy Bates, de 52 anos, por ter cancelado o plano de saúde dela após um diagnóstico de câncer. O caso é considerado uma das maiores condenações da área de planos de saúde da Califórnia, e foi decidido por um Tribunal de Arbitragem de Los Angeles. Segundo Patsy ela teve US$ 129.000 em contas médicas não pagas em 2004, quando a Health Net Inc. cancelou o seu plano médico, no meio de um tratamento de quimioterapia.

A difícil arte de contratar seguro para veículo.

Planos de Saude - São Paulo SP

Uma das primeiras preocupações de quem compra um carro ou uma moto é fazer um seguro. Mas essa busca por tranqüilidade pode virar uma grande dor de cabeça, se o consumidor não fizer uma boa pesquisa de preços, até mesmo antes de tomar posse do veículo. No caso dos automóveis, a diferença entre as seguradoras pode chegar a 30% e passar de 100% do valor, se for um modelo de luxo.
A professora e consultora de marketing Maura Xerfan conta que decidiu trocar de seguradora no início do ano por causa da diferença de valor, que chegava a 15%.
- Eu tinha um seguro da Porto Seguro, pelo benefício do estacionamento, mas não valia a pena e mudei para a SulAmérica. O que a gente quer é desconto e o seguro. O estacionamento é uma cortesia - avalia Maura.
Já quem sonha com a liberdade que uma moto oferece pode acabar tendo dificuldade para encontrar seguro que proteja o seu bem. Hoje, poucas seguradoras oferecem o produto. E, nas que têm, só vale para motos de altas cilindradas e mais sofisticadas, que chegam a valer mais de R$ 20 mil. Seguradoras já avaliam trechos de ruas de segurados
Segundo César Cavalcante, o Cavalka, sócio-fundador da corretora de seguros AllRiders, de São Paulo, especializada em motocicletas, atualmente apenas Porto Seguro, Bradesco, AGF, Alfa e Mapfre fazem seguros de motos, mas para alta cilindrada. Para a baixa - e, mesmo assim, a partir de 250 cilindradas -, segundo especialistas, apenas a Porto Seguro e a AGF oferecem. As motos mais usadas no país são as de 125 cilindradas. Ele criou o seguro para motos em 2000, quando estava na seguradora Liberty Paulista.
- O sujeito tinha um Vectra de R$ 40 mil, que usava todo dia, e o seguro valia R$ 4 mil. O seguro da moto Harley-Davidson, que também custava R$ 40 mil e ele só usava no fim de semana, era R$ 10 mil - diz.
O corretor Gustavo Cunha Mello, sócio da Correcta Seguros, conta que os preços dos seguros, que já variavam de acordo com o bairro do segurado - pelos cinco primeiros dígitos do CEP-, já começam a ter diferenças pela rua - pelos três últimos dígitos.
O corretor contesta a idéia de que os seguros no Rio e em São Paulo são caros pela violência. Segundo ele, embora as cidades registrem o maior número total de roubos, apenas 1,45% dos veículos segurados nas regiões apresentam este tipo de reclamação às seguradoras. Já enquanto a média de colisões nacional é 12%, nas duas capitais o índice chega a 26,57%, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos (Anfavea).
- O pessoal dirige mal, avança mais o sinal, bate mais com carro, e isso se reflete em mais sinistros, cobra mais das seguradoras - ele afirma.
Segundo Cunha Mello, de 2004 a 2007 as seguradoras reajustaram seus preços em 36%, ou seja, 70,13% acima da inflação medida pelo IPCA no período, de 21,16%. O especialista diz que faltam ao mercado de seguros de automóveis produtos novos. Ele sugere seguros que levem em conta a pontuação do segurado na carteira de habilitação.
Para atender motos, ele sugere a instalação de rastreadores, o estabelecimento de limites de valor de sinistro a serem pagos (chamado "stop loss"), a exigência de um período sem sinistros, além de treinamento para motoqueiros:
- As seguradoras estimam que de 30% a 40% da frota estejam seguradas e acham que não precisam mudar produtos e só fazem guerras de preços.
Comparando números da Susep e da Anfavea, ele estima que, hoje, 58,64% da frota esteja segurada. O restante seria referente a veículos grandes, como ônibus e caminhões, que não fazem seguros, além de motos.
Ele também questiona a noção de que veículos mais velhos custam mais à seguradora. Ele avalia que 51% dos veículos segurados têm menos de cinco anos e, ainda assim, representam 73% dos sinistros, devido a peças e oficina mais caras.
O diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais, Neival Rodrigues Freitas, lembra que os preços dos seguros de automóveis caíram 14,8% em 2007. Um dos fatores foi o maior uso do rastreador, além da redução no número de roubos e do aumento nas recuperações de veículos. Para reduzir preços, ele diz que a entidade defende um projeto de lei do senador Romeu Tuma (PTB-SP) que propõe criação de desmanches legais, com peças de veículos recuperados, para reposição em sinistros. Entenda melhor as regras
Sinistro
É a ocorrência que provoca o acionamento do seguro. No caso do automóvel, um roubo ou um acidente.
Prêmio
É o valor pago anual ou mensalmente à seguradora. Se o seguro não for acionado, o valor fica para a companhia de seguro. Por isso, é chamado de "prêmio".
Apólice
Documento com as condições de cobertura do seguro.
Franquia
Valor pago pelo segurado no acionamento do seguro.

A difícil arte de contratar seguro para veículo.

Planos de Saude - São Paulo SP

Uma das primeiras preocupações de quem compra um carro ou uma moto é fazer um seguro. Mas essa busca por tranqüilidade pode virar uma grande dor de cabeça, se o consumidor não fizer uma boa pesquisa de preços, até mesmo antes de tomar posse do veículo. No caso dos automóveis, a diferença entre as seguradoras pode chegar a 30% e passar de 100% do valor, se for um modelo de luxo.
A professora e consultora de marketing Maura Xerfan conta que decidiu trocar de seguradora no início do ano por causa da diferença de valor, que chegava a 15%.
- Eu tinha um seguro da Porto Seguro, pelo benefício do estacionamento, mas não valia a pena e mudei para a SulAmérica. O que a gente quer é desconto e o seguro. O estacionamento é uma cortesia - avalia Maura.
Já quem sonha com a liberdade que uma moto oferece pode acabar tendo dificuldade para encontrar seguro que proteja o seu bem. Hoje, poucas seguradoras oferecem o produto. E, nas que têm, só vale para motos de altas cilindradas e mais sofisticadas, que chegam a valer mais de R$ 20 mil. Seguradoras já avaliam trechos de ruas de segurados
Segundo César Cavalcante, o Cavalka, sócio-fundador da corretora de seguros AllRiders, de São Paulo, especializada em motocicletas, atualmente apenas Porto Seguro, Bradesco, AGF, Alfa e Mapfre fazem seguros de motos, mas para alta cilindrada. Para a baixa - e, mesmo assim, a partir de 250 cilindradas -, segundo especialistas, apenas a Porto Seguro e a AGF oferecem. As motos mais usadas no país são as de 125 cilindradas. Ele criou o seguro para motos em 2000, quando estava na seguradora Liberty Paulista.
- O sujeito tinha um Vectra de R$ 40 mil, que usava todo dia, e o seguro valia R$ 4 mil. O seguro da moto Harley-Davidson, que também custava R$ 40 mil e ele só usava no fim de semana, era R$ 10 mil - diz.
O corretor Gustavo Cunha Mello, sócio da Correcta Seguros, conta que os preços dos seguros, que já variavam de acordo com o bairro do segurado - pelos cinco primeiros dígitos do CEP-, já começam a ter diferenças pela rua - pelos três últimos dígitos.
O corretor contesta a idéia de que os seguros no Rio e em São Paulo são caros pela violência. Segundo ele, embora as cidades registrem o maior número total de roubos, apenas 1,45% dos veículos segurados nas regiões apresentam este tipo de reclamação às seguradoras. Já enquanto a média de colisões nacional é 12%, nas duas capitais o índice chega a 26,57%, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos (Anfavea).
- O pessoal dirige mal, avança mais o sinal, bate mais com carro, e isso se reflete em mais sinistros, cobra mais das seguradoras - ele afirma.
Segundo Cunha Mello, de 2004 a 2007 as seguradoras reajustaram seus preços em 36%, ou seja, 70,13% acima da inflação medida pelo IPCA no período, de 21,16%. O especialista diz que faltam ao mercado de seguros de automóveis produtos novos. Ele sugere seguros que levem em conta a pontuação do segurado na carteira de habilitação.
Para atender motos, ele sugere a instalação de rastreadores, o estabelecimento de limites de valor de sinistro a serem pagos (chamado "stop loss"), a exigência de um período sem sinistros, além de treinamento para motoqueiros:
- As seguradoras estimam que de 30% a 40% da frota estejam seguradas e acham que não precisam mudar produtos e só fazem guerras de preços.
Comparando números da Susep e da Anfavea, ele estima que, hoje, 58,64% da frota esteja segurada. O restante seria referente a veículos grandes, como ônibus e caminhões, que não fazem seguros, além de motos.
Ele também questiona a noção de que veículos mais velhos custam mais à seguradora. Ele avalia que 51% dos veículos segurados têm menos de cinco anos e, ainda assim, representam 73% dos sinistros, devido a peças e oficina mais caras.
O diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais, Neival Rodrigues Freitas, lembra que os preços dos seguros de automóveis caíram 14,8% em 2007. Um dos fatores foi o maior uso do rastreador, além da redução no número de roubos e do aumento nas recuperações de veículos. Para reduzir preços, ele diz que a entidade defende um projeto de lei do senador Romeu Tuma (PTB-SP) que propõe criação de desmanches legais, com peças de veículos recuperados, para reposição em sinistros. Entenda melhor as regras
Sinistro
É a ocorrência que provoca o acionamento do seguro. No caso do automóvel, um roubo ou um acidente.
Prêmio
É o valor pago anual ou mensalmente à seguradora. Se o seguro não for acionado, o valor fica para a companhia de seguro. Por isso, é chamado de "prêmio".
Apólice
Documento com as condições de cobertura do seguro.
Franquia
Valor pago pelo segurado no acionamento do seguro.

Seguradoras derrubam preço para conquistar clientes de alta renda.

Planos de Saude - São Paulo SP
São Paulo, Fevereiro de 2008 - As seguradoras decidiram conquistar os endinheirados, que até pouco tempo atrás se recusavam a comprar apólices diante do elevado custo.
Para se ter uma idéia, o preço de um seguro de carro representava cerca de 8% do valor da importância segurada há 10 anos. Caiu para 5% com o uso de rastreadores há cinco anos. E agora, com a concorrência, as taxas despencaram. "Ontem perdi o seguro de um BMW cobrando uma taxa de 2%. O concorrente cobrou 1,8%", conta Farid Eid, diretor da Alfa Seguradora, que tem cerca de 20 mil veículos importados em carteira.Fazem parte deste seleto grupo proprietários de carros acima de R$ 100 mil, residências a partir de R$ 1 milhão, barcos com valores acima de R$ 300 mil e aviões de qualquer valor. Poucas são as estatísticas das seguradoras em relação a este mercado. Acredita-se que apenas 20% das pessoas dentro desse perfil fazem seguro dos bens, um percentual muito abaixo dos 80% dos Estados Unidos.A forma mais fácil de chegar a este cliente é pelo seguro do carro. "Nossa estratégia é cuidar do patrimônio do cliente e não apenas do carro, desenvolvendo uma política de relacionamento. Este tipo de segurado não olha o seguro mais barato e sim aquele que atende melhor", diz Sidney Munhoz, diretor de linhas pessoais da Chubb Seguros, uma das mais especializadas no mundo neste segmento de alta renda.A Chubb reinou absoluta neste universo por quase sete anos. Ai veio a Alfa Seguradora. Depois a Unibanco AIG, Mapfre, Porto Seguro. Hoje são quase dez concorrentes neste segmento. A mais novata é a Liberty, que lançou ontem um seguro com serviços sofisticados para carros com valor a partir de R$ 100 mil. "As taxas realmente caíram, mas estamos apostando no relacionamento que vamos desenvolver com este cliente. Ele tem vários carros, seguranças, utiliza rastreadores, é formador de opinião e fiel quando bem tratado. É preciso dar a ele um preço e um tratamento diferenciados", diz Paulo Umeki, diretor de produtos da Liberty, que pretende ter entre 2% e 3% da frota de veículos importados neste primeiro ano. Tendo como base os 15 mil carros importados em 2007, 4 mil seguros.Emerson Bernardes, superintendente de linhas pessoais da Unibanco AIG concorda com Umeki. É preciso diferenciar preço e serviços para atrair o cliente de alta renda. Um dos atrativos é pagar o seguro em caso de perda total em até três dias "ou seu dinheiro de volta", promete a Unibanco AIG. O prazo para os clientes tradicionais é de cinco dias.Jabes de Mendonça, vice presidente da Mapfre, lembra outra vantagem do cliente de alta renda. Geralmente ele tem vários carros e usa pouco, o que reduz o risco para a seguradora e consequentemente o risco. "Isso é muito relevante no cálculo do preço do seguro", diz.Grande parte das seguradoras oferece coberturas de acidentes pessoais de passageiros do veículo segurado, garantia de um veículo zero quilômetro por seis ou 12 meses, despesas extraordinárias e blindagem. E nada de ficar a pé. Tem direito a um carro extra em caso de pane mecânica. Se o carro quebrar na estrada, volta para casa de táxi especial.Os principais diferenciais do Liberty Auto Exclusivo são os serviços adicionais, disponíveis na Assistência 24 horas Exclusiva.O cliente terá à disposição serviços de leva-e-traz para oficinas, serviços emergenciais mesmo que não esteja no seu veículo, orientação de despachante, carro reserva com veículo de padrão executivo - com ar-condicionado e direção hidráulica -- em caso de pane e sinistro. Tem também carro reserva, modelo popular, ao terceiro enquanto o veículo é reparado."Esta estratégia visa realmente livrar o nosso cliente preferencial do aborrecimento gerado com acidentes de trânsito", diz Umeki, que lançou o Liberty Auto Exclusivo ontem, durante um coquetel em São Paulo.

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